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Sistemas corporativos

ERP sob medida para operação que não cabe mais em prateleira

Quando o processo da empresa é o diferencial, moldá-lo ao software de terceiro custa mais caro do que construir o próprio. Desenvolvemos o sistema que a sua operação já executa — sem os cem módulos que ela nunca vai usar.

Quando faz sentido

A planilha virou o sistema

Existe uma planilha crítica que só uma pessoa sabe mexer, e a empresa para quando ela sai de férias.

Cada área tem o próprio sistema

Vendas num lugar, estoque em outro, financeiro num terceiro, e alguém reconciliando tudo na mão no fim do mês.

O ERP de prateleira não fecha

Você paga licença de módulos que não usa e ainda mantém controles paralelos para o que o sistema não faz do seu jeito.

Ninguém confia no relatório

A diretoria pede um número e recebe três respostas diferentes, dependendo de quem exportou.

O que entregamos

  1. 01

    Núcleo de gestão

    Cadastros, permissões por papel, trilha de auditoria e o fluxo de aprovação que a sua empresa já pratica.

  2. 02

    Integrações

    Conversa com o que já existe: sistema legado, ERP de terceiro, banco, operadora logística, marketplace.

  3. 03

    Fiscal

    Emissão e escrituração conforme a sua operação exige, com o cuidado de contingência que nota fiscal pede.

  4. 04

    Painéis de decisão

    Um número por tela, com a definição escrita do que ele mede — é isso que faz a diretoria parar de discutir a fonte.

  5. 05

    Migração dos dados

    Trazemos o histórico do sistema antigo com conferência, não com importação otimista na véspera da virada.

Com o que construímos

  • TypeScript
  • Node.js
  • PHP
  • Laravel
  • React
  • PostgreSQL
  • Docker

Um projeto desta frente

Turismo

Camboriú Nato

Site da página @camboriunato no Instagram

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Perguntas que sempre aparecem

← Ver as três frentes
Quanto tempo leva um ERP sob medida?

Depende do escopo, mas a primeira versão útil em produção costuma sair entre três e seis meses. Trabalhamos com entregas quinzenais, então você usa parte do sistema muito antes de ele estar completo.

E se a gente já tem um ERP e não quer trocar?

Na maior parte dos casos não trocamos: construímos em volta. O sistema novo cobre o que o atual não faz e conversa com ele por integração. Trocar o núcleo inteiro só se paga quando o custo de manter o atual já supera o de reconstruir.

O código fica com quem?

Com você. O repositório é seu, a documentação é sua, e a infraestrutura pode ficar na sua conta de nuvem. Não trabalhamos com refém técnico.

Como funciona o suporte depois da entrega?

Contrato de sustentação com prazo de resposta acordado por severidade, correção de defeito sem custo adicional e uma reserva mensal de horas para evolução.

Isso parece o seu problema?

Conte como a operação funciona hoje e onde ela emperra. Respondemos com escopo e prazo, não com proposta genérica.